Você sabia que o dia 18 de março é oficialmente o DIA DOS MÚLTIPLOS?

A data é comemorada desde 2007 graças a uma lei em São Paulo. E agora a gente extrapola a celebração para todo o Brasil aqui na Me Two: feliz dia dos gêmeos, trigêmeos, quadrigêmeos, quíntuplos…

Por conta de sempre chamarem a atenção, estes irmãos mais do que especiais sempre têm alguma história para contar. O assunto “gêmeos” gera muita curiosidade mesmo! Convidamos irmãos e irmãs para compartilhar com a Me Two alguma passagem de suas vidas envolvendo o fato de serem gêmeos.

No vídeo abaixo, você vai rir de quatro histórias muito engraçadas de várias gerações. Desde as perguntas constantes sobre se ficam doente ao mesmo tempo até uma vaga de emprego oferecida para duas gêmeas (com o salário dividido!). Com vocês, as duplas Vinicius e Gabriel Scribel (Irmãos Scribel), Vanessa e Vivian Pacheco (as Twins), Ivânia Elisa e Ivan Marcos Oltramari (mãe e tio da Elisa Scheibe Marty, uma das fundadoras da Me Two) e Gustavo e Gabriel Coelho, da Twins Films.

A seguir, outras histórias de irmãos e irmãs que já viveram muita coisa juntos e celebram já terem nascido com seu melhor amigo, dividindo desde a barriga da mãe.

Isabela e Ludmila Troian, 19 anos

irmas gemeas isabela dia dos gêmeos

“Minha mãe conta que quando nascemos colocaram cada uma em um bercinho no hospital, e que resmungamos a noite inteira até que ela colocou as duas juntas no mesmo berço e nos acalmamos. Ter uma irmã gêmea é ter uma companhia a vida toda, é compartilhar aventuras e segredos. Minha irmã é a pessoa em que confio a minha vida!
Desde muito pequenas dividíamos o quarto e, mesmo assim, uma ia para a cama da outra para dormirmos juntas.
Já tivemos o mesmo sonho na mesma noite quando mais novas. E uma sempre sabe o que a outra está sentindo (acho isso incrível). Bom, agora moramos em Portugal e aqui o trote da faculdade dura um mês (chama-se “praxe”). Ambas já fomos “praxadas” por não cumprimentar um superior (veterano) na rua! Afinal, qual gêmeo nunca foi chamado de antipático por não cumprimentar alguém na rua?”

dia dos gemeos quadrigemeos patricia

Felipe, Arthur, Gabriel e Guilherme, 10 anos

A mãe, Patricia Domingues, é quem conta: “Perguntei a eles o que as pessoas mais têm curiosidade sobre a vida de quadrigêmeos. Eles respondem que todo mundo estranha que eles são bem diferentes, em todos os aspectos, não só fisicamente! Cada um tem um gosto, uma personalidade, um esporte preferido e uma comida favorita. E ao contrário do que imaginam, não aconteceu aquilo que a gente sempre pensa, que é: quando um bebê chorava, o outro também? Conosco acabou também o mito de que um ficava doente e o outro também. Não é porque eles são múltiplos que todos são iguais! Cada um tem tempo.”

irmão gêmeo rafael daniel borin me two

Daniel e Rafael Borin, advogados

“Fui jantar com minha esposa na casa de uns amigos novos, que não sabiam que eu tinha um gêmeo e o assunto não veio à tona. Na noite seguinte, esse mesmo casal estava em um restaurante e passou meu irmão, de mãos dadas com a esposa dele. O casal pensou: mas que cara de pau, além de não cumprimentar ainda está com outra mulher!”

Luis Gustavo, a mãe (Iaiá) e Carlos Eduardo. Foto: Fernanda Schostack

Luis Gustavo e Carlos Eduardo Van Ondheusden

“Certa vez uma professora do Carlos me viu passar pela porta de sala de aula dela e não hesitou: foi atrás de mim e me cobrou a entrega de um trabalho. Sem saber que ele tinha um irmão, não acreditou quando eu disse que era irmão gêmeo dele. Ela só se deu por satisfeita quando mostrei minha carteira de identidade para ela. Foi um verdadeiro sufoco“, recorda Luis Gustavo.

Aline Canto (empresária) e Carolina Canto (nutricionista), 37 anos

“Éramos muito grudadas na infância, até a terceira série. Eu era muito emotiva, se via ela doente ficava também mal! E ela se inspirava em mim como referência, tudo o que eu usava ela queria igual. E em sala de aula, às vezes a professora perguntava uma coisa para ela e eu que respondia. E o engraçado é que nós duas repetimos, juntas, o terceiro ano! E aí depois disso por orientação da escola nós ficamos em turmas separadas. E foi ótimo! E aí começamos a mudar, foi um período bem marcante.”

Fernanda Gorski (advogada) e Bruna Gorski (corretora), 40 anos

“Uma das histórias mais fofas da nossa infância foi quando iniciamos a primeira série em turmas separadas.Nossa mãe conta que, quando chegamos em casa após a aula, nos abraçamos deitadinhas e assim ficamos por um bom tempo!”

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